segunda-feira, 28 de maio de 2012

Mudança de hábito


A revista Galileu, da editora Globo, do mês de junho, em sua reportagem de capa propõe: “troque um hábito ruim por um bom hábito”, com a ilustração da troca de um brigadeiro por uma maçã. Você é capaz?
A matéria explica o mecanismo da formação dos hábitos em nossa vida, apontando vários estudos de diversas partes do mundo. E traz diversos outros estudos que mostram que é possível reprogramar o cérebro. Não que seja uma tarefa fácil. Não é. A maior parte das pesquisas mostra que o cérebro trabalha com recompensa, e é essa justamente a chave das mudanças de hábitos. Mudar as recompensas e “manter o cérebro feliz”.
Muitas vezes nos sentimos culpados por não conseguir mudar. Esses estudos nos trazem um certo alívio, na medida em que nos mostram não é uma tarefa simples, já que agimos inconscientemente. E nos trazem, também, um grande desafio: é preciso muita vontade, é preciso identificar os hábitos que nos desagradam, torná-los mais conscientes, e só então partirmos para a transformação. Precisamos perceber o que está em jogo. Qual é a recompensa e como podemos transformá-la?
É fundamental fazer isso por escrito, fazer uma lista do que não está legal, e a alimentação se inclui aí, assim como a inclusão de uma atividade física na nossa rotina, e outras coisas mais que consideramos importante mudar. Hábitos ruins, normalmente, nos trazem culpa – que pode trazer prejuízos à saúde. Existe, sim, o mecanismo da recompensa, mas passado um tempinho, lá vem a tal culpa nos importunar.
A vantagem é que bons hábitos podem nos trazer como recompensa indireta uma consciência mais tranquila e uma vida mais saudável. Ainda mais quando temos uma doença, como o diabetes, fazendo parte da nossa vida.
Já temos muitos hábitos nada bons arraigados e outros exemplares. Que tal evitar fritura, gordura e muito doce. Quando meu cérebro aprendeu que isso era ruim para meu corpo, essa privação tornou-se gratificante.
Aceitam o desafio? Você já mudou algum hábito ruim? Conseguiu manter bons hábitos? Conte como foi.

Bene


Um comentário:

  1. Eu consegui reprogramar meu cérebro desde que comecei a emagrecer depois da cirurgia bariátrica, que é uma excelente ajuda, mas não é a solução para a obesidade.
    Para me manter magra e saudável, optei por trocar os alimentos por integrais, comer de 3 em 3 horas, e depois das 18:00 hrs, só água.
    E claro, caminhadas intercalada por corridas diariamente.
    Não existe mágica para se manter magro, o corpo é uma balança, vc tem que queimar mais do que come se quiser emagrecer, ou igualar ambos se quiser se manter no peso, como é o meu caso.
    Claro que vez por outra como um doce, mas opto por ir e comprar um, e não fazer em casa, pq senão acaba comendo muito mais. E quando acho que abusei, no dia seguinte, compenso nas corridas.
    Quem já foi obesa como eu e hoje é magra, o medo de engordar é tanto, que levamos a vida nos policiando, pq eu jamais voltarei a engordar, eu era infeliz demais, comigo e com meu corpo. Hoje tudo mudou, e quero passar minha experiência a todos e dizer, mudem, acreditem em você!! Depois do objetivo alcançado você se sente vitorioso, e isso não há comida que substitua!!
    Boa sorte a todos!

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